Protocolo de trauma: saiba como conduzir

O protocolo de trauma foi desenvolvido por um cirurgião ortopédico que após um acidente com sua família observou que os cuidados com os primeiros socorros eram bastante inadequados. Pensando nisso, ele desenvolveu o ABCDE do trauma, que define os cuidados para estabilizar o paciente.

Para entender a importância deste método e como ele funciona, continue lendo.

O que é o protocolo de trauma? (H2)

O protocolo de trauma é um conjunto de cuidados básicos extremamente importantes nos primeiros-socorros. Através do ABCDE do trauma é possível que o socorrista mantenha o acidentado a salvo até chegar ao hospital.

Como funciona o protocolo de trauma? (H3)

O protocolo de trauma é representado pelas letras ABCDE, em que cada uma representa uma etapa do procedimento:

A de airway (via aérea)

Nesta etapa, o médico ou socorrista deve verificar as vias aéreas pérvias para verificar se elas estão desobstruídas e permitindo a passagem do ar. Também é importante checar se não há nenhuma fratura ou lesão na coluna cervical. Todo o processo deve ser tátil, analisando sempre se o paciente não possui sangramentos e colocando o colar cervical.

B de Breathing (respiração)

Depois de analisar as vias aéreas do acidentado, é preciso conferir se ele está respirando bem. Faça auscuta para eliminar qualquer lesão torácica e, se for necessário, utilize a respiração mecânica.

C de cirulation (circulação)

Esta etapa observa a circulação sanguínea, contendo hemorragias. Para isso, é importante apalpar, verificar o dorso e identificar a origem da hemorragia. Além disso, é fundamental observar se o paciente está perdendo sangue, a palidez, o nível de consciente, a pulsação e a  sudorese.

D de disability (incapacidade)

O socorrista deve realizar o exame neurológico sumário para verificar de maneira superficial a consciência do paciente. Esta verificação é seguida por etapas AVDI: alerta, resposta a estímulo verbal, resposta a estímulo doloroso ou inconsciente aos estímulos.

E de exposure (exposição)

A fase de exposição exige atenção redobrada, pois o socorrista deve despir o paciente para facilitar a ação e ter melhor observação. É comum que nesta fase a temperatura do corpo abaixe, então é preciso manter a temperatura do paciente estável utilizando mantas térmicas.

Ainda tem alguma dúvida sobre o protocolo de traumas? Deixe seu comentário abaixo. 

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